quinta-feira, 31 de maio de 2012

A adorável virada de Claudia com a chegada de Pietro


Claudia e Pietro

Cláudia Nevacchi já é uma mãe “veterana”: tem Lucas, de 14 anos. Mas foi com a chegada de Pietro, de 11 meses, que sua vida deu uma adorável virada: projetista e funcionária de uma empresa de locação de móveis, depois de ganhar seu segundo filho, ela criou a Adorável Design e se especializou em criação de imagens informativas. “Amava o que fazia. Gostava muito de sair todos os dias para ir trabalhar, ter rotina de deveres, conviver com outras pessoas, sair para almoçar... Mas depois do Pietro, tudo ficou diferente. Eu e meu marido resolvemos que me dedicaria pelo menos aos primeiros anos da vida dele, afinal ele precisa muito de mim”, explica Claudia.

Ao contrário de muitas mães, que buscam soluções empreendedoras por estar insatisfeitas ou desmotivadas em seus trabalhos - ou mesmo por querer uma alternativa mais flexível de emprego -, a decisão de Claudia foi motivada por uma escolha pessoal. “O Pietro é uma criança especial, portador da Síndrome de Down e pratica semanalmente sessões de fisio, fono e terapia ocupacional, em que sempre estou junto. O trabalho que desenvolvo hoje em casa me dá prazer e me permite realizar o que mais gosto”, conta Claudia.

Para ela, a dificuldade de empreender sendo mãe está relacionada à organização e à busca por uma rotina de trabalho. Isso, claro, sem falar do retorno financeiro, que demora pra vir. Por outro lado, ela avalia que a sua movimentação foi muito positiva. “Quem nunca sonhou em ter tudo que deseja? E dessa forma, temos!”, afirma, falando sobre o empreendedorismo materno.

Leia a história de Claudia na entrevista que ela concedeu ao blog.

Claudia faz parte da rede de mães empreendedoras articulada pelo nosso blog.

Blog EM: Conte um pouco sobre a sua iniciativa: o que é? Quando começou?
Claudia: Comecei a desenvolver essas criações de imagens para divulgar algo que as pessoas queriam passar para frente, seja um convite de uma festa, divulgação do trabalho da pessoa, ou até mesmo do nascimento do seu bebê... sempre a serem divulgadas eletronicamente. Após fazer algumas para amigos e ser bastante elogiada, resolvi criar meu próprio blog e trabalhar com isso, assim posso me movimentar, ganhar um dinheiro e curtir meu bebê. Faz pouco tempo que pratico isso profissionalmente em casa, mas fiz faculdade de design, trabalhei como projetista e sempre tive muito prazer em tudo isso.

Como era seu trabalho antes e como é agora? Você realizou o que queria quando resolveu empreender?
Antes de ter o Pietro, trabalhava como projetista em uma empresa de locação de móveis. Amava o que fazia, por incrível que pareça gostava muito de sair todos os dias para ir trabalhar, ter minha rotina de deveres, conviver com outras pessoas, sair para almoçar... Mas depois do Pietro tudo ficou diferente. Eu e meu marido resolvemos que me dedicaria pelo menos aos primeiros anos da vida dele, afinal ele precisa muito de mim. O Pietro é uma criança especial, portador da Síndrome de Down e pratica semanalmente sessões de fisio, fono e terapia ocupacional, onde sempre estou junto.
O trabalho que desenvolvo hoje em casa me dá prazer, e me permite realizar o que mais gosto.

Quais as facilidades e dificuldades de empreender sendo mãe?
A dificuldade que senti até o momento foi apenas montar um cronograma diário para que dê tempo de ficar com meu bebê, fazer minhas criações e também os serviços do lar.

Qual o lado bom e o lado ruim?
O lado bom sem dúvidas e estar perto do Pietro sempre. O lado ruim "ainda" é não ter atingido o salário que tinha trabalhando fora e registrada.

O que é empreendedorismo materno para você?
É me dedicar profissionalmente mesmo sendo MÃE!

Em sua opinião, por que as mães optam por este formato de trabalho?
Pelo mesmo motivo: o prazer de acompanhar cada passinho de nossos pequenos.

Você acha este fenômeno algo positivo ou negativo para a vida das mulheres?
Super positivo. Quem nunca sonhou em ter tudo que deseja? E dessa forma, temos!

É um modo sustentável de conciliar carreira e maternidade?
Sim, desde que se consiga realmente conciliar os dois.

Que dica daria a quem quer se tornar uma mãe empreendedora?
Se esforce, pois sempre haverá a recompensa, e a maior delas é poder ser Mãe, profissional e mulher.

Gostou do trabalho da Claudia?
Entre em contato com ela!
Cláudia Nevacchi
Adorável Design
 (11) 9978-1295      

sábado, 26 de maio de 2012

Encontro reúne mães empreendedoras em SP

O Espaço Nascente abrigou neste sábado, dia 26, o Primeiro Encontro de Empreendedorismo Materno. Cerca de 15 mulheres participaram do encontro. “Foi incrível. Mães de diversos perfis e em diversos estágios de empreendedorismo ou que ainda desejam empreender trocando experiências e colocando suas aflições, angústias e questões”, afirma Michelle Prazeres, organizadora do encontro e editora do blog empreendedorismo materno.

O objetivo do encontro era reunir mães empreendedoras e mães que tem o desejo de empreender para conversar sobre a relação entre a maternidade e o trabalho e as novas perspectivas profissionais que surgem com a chegada de um filho. “Quando um filho chega, não queremos mais este mundo das metas e da produtividade. Isso deixa de fazer sentido”, afirmou uma das mães presentes, que antes de ganhar seu primeiro filho, trabalhava no mercado financeiro.

As participantes discutiram, sobretudo, o papel da mulher na sociedade e a relação com um mercado de trabalho que não está preparado para lidar com a maternidade. “Mais do que isso, o mercado não está em condições de lidar com a família”, disse uma das mães, lembrando que os pais também sofrem preconceitos e discriminação no trabalho, frutos da paternidade. Outra mãe completou: “Cuidar de um ser também é um compromisso com o coletivo”.

A formação da rede de mães empreendedoras tem como fundamento esta questão: se mais mães puderem trabalhar com a flexibilidade que permita dedicar-se a seu filho, não temos certeza se eles serão parte de um mundo melhor, mas com certeza estamos contribuindo para um mundo com mais amor.

A rede articula mães empreendedoras com a intenção de formar um grupo que se reúna, indicando e contratando outras mães.

Supermulheres?

Para Priscila Castanho, da Abraço Materno, uma das organizadoras do encontro e colaboradora do Espaço Nascente, as mães empreendedoras são supermulheres. “Mas não precisamos ser. Podemos acionar esta supermulher, porque sabemos que damos conta de tudo, mas não podemos ser 100% supermulher. Precisamos de apoio e ajuda”, diz.

Este apoio pode ser na vida pessoal, com marido e famílias, mas também no trabalho, em especial com apoio de outras mães, tanto profissionalmente (com permutas e indicações), quanto para promover trocas.

Existe um modelo de empreendedorismo materno? Esta pergunta também surgiu ao longo do encontro. Que práticas e modelos dão certo? Quais não são bem sucedidos?
 
Outros encontros virão. Estas questões voltarão a surgir e outras aparecerão. O importante é que demos início a um processo e a esta roda, esta ciranda de mulheres que voltarão a se encontrar e a se apoiar.

As participantes encaminharam a criação de uma lista com os emails de quem esteve presente ao encontro e a realização de novas reuniões com temas específicos.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Primeiro encontro de empreendedorismo materno: faça sua inscrição!

Arte: Claudia Nevacchi
Tivemos uma grande procura pelo primeiro encontro de empreendedorismo materno, que vamos realizar neste sábado, dia 26, das 13h às 15h, em São Paulo.

Em função dos limites do espaço, estamos trabalhando com inscrições.
São 15 vagas.

Se tivermos uma demanda muito superior a este volume de vagas, faremos um novo encontro em breve.

Para se inscrever, envie um email para espaconascente@gmail.com com o assunto INSCRIÇÃO ENCONTRO EM.

Nos vemos lá, no sábado!

Sara, da Satori Saúde, oferece serviços de coaching vocacional e psicoterapia infantil

A pedido da Sara, da Satori Saúde, o blog abre as portas (ou seriam janelas?) virtuais para a divulgação dos serviços que ela presta lá no espaço, que fica em São Paulo, no bairro Mirandópolis, Zona Sula da cidade.

Confira abaixo uma descrição dos serviços.

Caso queira entrar em contato, anote aí:

Sara Raquel da Silva
Comendador João Gabriel, 56 - Mirandópolis, próximo ao metro Pça da Árvore
Telefone: 55 (011) 55 11 2275-0466
E-mail:  sara.satori@hotmail.com

Coaching Vocacional - Descoberta de Talentos

Auxiliar jovens estudantes na escolha de carreira, analisando não só as habilidades técnicas (testes vocacionais) como também os atributos psicológicos e os talentos que podem fazê-lo um profissional mais preparado e também mais feliz com sua profissão.

Psicoterapia infantil: Primeira consulta - entrevista.

Como vai ser a primeira consulta de Psicologia do meu/minha filho/a? Muitos pais fazem esta pergunta e sentem-se naturalmente preocupados com um primeiro contato com a profissional, que não conhecem e com quem ainda não estabeleceram uma relação. Na primeira consulta, a psicóloga da Satori Saúde, receberá os pais e a criança. Até aos 5 anos fará uma primeira abordagem com os três elementos da família, ou adultos responsáveis pela criança e, mais tarde, ficará a sós com a criança. No final, dará um feedback aos pais desta sua primeira observação. Para crianças mais velhas, que conseguem tolerar mais facilmente o afastamento temporário dos pais, estes são recebidos a sós num primeiro momento, onde poderão falar do que os preocupa, assim como fornecerão dados importantes para a anamnese clínica da criança. Posteriormente, a psicóloga estará a sós com a criança e no final haverá outro encontro com os pais. A partir dos 13 anos, a consulta será inicialmente com o/a adolescente e os pais e depois o/a jovem ficará a sós com a psicóloga. Na adolescência é fundamental criar uma relação de confiança com a psicóloga desde o primeiro minuto, pelo que é importante que o/a adolescente possa estar sempre presente quando os pais falam de si. É claro que toda esta metodologia será alterada, para situações mais específicas, por isso não se sinta inibido/a de fazer todas a perguntas e de expor todas as suas preocupações face a este primeiro encontro com a psicóloga. Ela está lá para ajudar tanto os pais, como os filhos que se encontram numa fase complicada e muitas vezes, de intenso sofrimento.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

O sling mudou a vida de Ritta e hoje ela muda as de outras mães


Ritta, da Koladinho Slings

Ritta Costa estava se preparando pra voltar ao mercado de trabalho depois do primeiro filho, quando engravidou do segundo. “Me acomodei um tempo, mas não estava completa. Sabia que poderia ser mãe e profissional sem que uma coisa afetasse a outra, eu só não sabia como fazer isto”, lembra. 


Um dia, em um momento de sufoco, tendo que se dividir e atender aos dois filhos, ela encontrou a solução: o recém-nascido foi para o sling e ela conseguiu dar atenção ao mais velho ao mesmo tempo.  

Depois que o sling lhe proporcionou esta conquista, ela resolveu vender os carregadores e proporcionar experiências semelhantes a outras mães. Surgiu assim a Koladinho Slings

Secretária executiva de formação, Ritta passou a ser gestora de seu próprio negócio, contando com o apoio de revendedoras e de seu marido.

Poder ficar com seus filhos é o lado bom de tudo. Mas é preciso disciplina para não transformar a vida em trabalho. “É preciso separar a hora de trabalhar e a hora de cuidar da casa, dos filhos, do marido também. Equilíbrio e disciplina que são as palavras de ordem quando decidimos empreender sendo mãe”, diz.

Ela não consegue ver um lado ruim em empreender. “Você está trabalhando, produzindo, realizando algo, levando um benefício a outras pessoas e, ao mesmo tempo podendo cuidar da sua família. Acho que é o sonho de toda mãe, não é?”, pergunta.

Para ela, o empreendedorismo materno, além de ser uma forma sustentável de conciliar carreira, filhos e família, é também, de certa forma, uma resposta à maneira que as empresas privadas no Brasil tratam a mulher enquanto profissional. “No Japão, quando os filhos estão em adaptação na escola, por exemplo, as mães são dispensadas do seu trabalho sem qualquer ônus. Aqui no Brasil, as mulheres precisam deixar os filhos com febre na escolinha e ir trabalhar por causa do risco de perder o emprego se faltar”, exemplifica. “Acho que isto precisa ser repensado na nossa cultura”, afirma.

Ela dá uma dica preciosa para quem quer empreender: organize, leia, se informe e faça algo que te dá prazer.

Leia a íntegra da entrevista de Ritta abaixo.

Blog EM: Conte um pouco sobre a sua iniciativa: o que é? Quando começou?
Ritta: A ideia de fabricar e comercializar artigos infantis começou com o nascimento do meu segundo filho, Daniel agora com 3 anos. Durante minha gravidez ganhei três slings de modelos diferentes. A princípio eles ficaram na gaveta guardadinhos e eu tinha até me esquecido, tendo lembrando deles quando meu bebê tinha 15 dias e eu me vi sozinha em casa, com um RN  se “esgoelando” pra mamar e um garotinho de 4 anos vomitando no banheiro. Meus filhos precisavam de mim ao mesmo tempo e eu não tive dúvidas: peguei o sling, por instinto coloquei o bebê certinho, abri o peito, ele já começou a mamar e eu fui atender o mais velho. Uma hora depois de passado o sufoco, eu já tinha ajudado meu primogênito, Gustavo hoje com 7 anos, dado banho nele e arrumado a bagunça, quando me dei conta do que tinha ocorrido. Eu fiz várias coisas com o bebê no colo tranquilo, mamando, dormindo e aquilo me marcou profundamente.
A partir daí comecei a costurar e revender slings. A princípio, eu dava um sling pra quase toda mãe que eu via com dois filhos e não podia comprar, até perceber que o negócio precisava se sustentar sozinho pra ir adiante, e não adiantava eu investir e não ter retorno. Então decidi pesquisar no SEBRAE e algum tempo depois abri CNPJ e passei a fazer as coisas de forma mais profissional. Hoje em dia, comercializo outros produtos além do sling e já não costuro sozinha. Repasso pra uma confecção, tenho algumas revendedoras trabalhando comigo, meu marido ajuda com a embalagem e postagem dos produtos e eu basicamente faço o administrativo, além das peças que necessitam de personalização, detalhes como patcolagens, fuxicos, estas coisinhas que dão um charme a mais numa peça.

Como era seu trabalho antes e como é agora? Você realizou o que queria quando resolveu empreender?
Eu era Secretária Executiva, mas quando me casei, pouco tempo depois parei de trabalhar me dedicando somente à ideia de ser mãe, cuidar dos filhos, da casa até eu perceber que eu não precisava restringir minha vida, mas eu poderia fazer isto e muito mais. Estava me preparando pra voltar ao mercado de trabalho, quando engravidei e me acomodei um tempo, mas confesso que não estava completa, eu sabia que poderia ser mãe e profissional sem que uma coisa afetasse a outra, eu só não sabia como fazer isto. Quando nasceu meu segundo filho, encontrei o que eu buscava, senti que tinha sido direcionada pra este segmento desde que engravidei. E sim, eu me realizei quando resolvi empreender.

Quais as facilidades e dificuldades de empreender sendo mãe?
A maior facilidade, na minha opinião, é o fato de não precisar sofrer a ausência dos meus filhos por longos períodos, como no caso das mãe que trabalham fora o dia todo. Quanto à dificuldade, a minha é a questão da organização. É preciso ter disciplina para separar a hora de trabalhar e a hora de cuidar da casa, dos filhos, do marido também. Quando a gente tem o próprio negócio costuma às vezes se entregar muito a ele, fazer tudo sozinha e isto nos consome muito tempo, dá pra se perder no meio do processo todo. Equilíbrio e disciplina que são as palavras de ordem quando decidimos empreender sendo mãe.

Qual o lado bom e o lado ruim?
Pra te falar a verdade eu não consigo ver um lado ruim. Porque você está trabalhando, produzindo, realizando algo, levando um benefício as outras pessoas e ao mesmo tempo podendo cuidar da sua família. Acho que é o sonho de toda mãe, não é? Você produzir como mulher, fazer algo pra você mesma sem deixar de estar presente nos cuidados diários com seus filhos.

O que é empreendedorismo materno para você?
Empreendedorismo materno pra mim é exercer algo que é familiar, que faz parte do seu dia a dia e ao mesmo tempo ter um retorno financeiro disso. É lidar com pessoas que você compreende por fazer parte do contexto delas. A maternidade forma um elo muito forte entre as mulheres e isto faz com que o meu trabalho seja extremamente natural e prazeroso.
O empreendedorismo materno é também, de certa forma, uma resposta à maneira que as empresas privadas no Brasil tratam a mulher enquanto profissional. No Japão, quando os filhos estão em adaptação na escola, por exemplo, as mães são dispensadas do seu trabalho sem qualquer ônus. Aqui no Brasil, as mulheres precisam deixar os filhos com febre na escolinha e ir trabalhar por causa do risco de perder o emprego se faltar. Acho que isto precisa ser repensado na nossa cultura.

Em sua opinião, por que as mães optam por este formato de trabalho?
Eu acredito que pela possibilidade de não precisar abrir mão da convivência com seus filhos por longos períodos e ao mesmo tempo se realizar produzindo algo que as fazem se sentir inseridas no contexto do mercado de trabalho e ao mesmo tempo continuar sendo donas de casa e mães em tempo integral.

Você acha este fenômeno algo positivo ou negativo para a vida das mulheres?
Absolutamente positivo.

É um modo sustentável de conciliar carreira e maternidade?
Exatamente, esta aí o foco de tudo. Conciliar carreira e maternidade. Sonho de todas nós né [risos]. Empreender traz esta possibilidade de uma forma que nenhum outro formato de trabalho pode fazer.

Que dica daria a quem quer se tornar uma mãe empreendedora?
Que busque empreender num segmento que lhe de prazer, que seja parte dela mesmo. Por exemplo: a mãe que gosta de cozinhar, fazer bolos, doces, que empreenda nesta área, pois nada a fará mais feliz do que exercer uma atividade que ela tenha prazer naquilo.
Outra coisa importante é procurar o SEBRAE, se informar, fazer um planejamento. 

Gostaria de contar algo mais ou dar uma dica?
Eu acho relevante mencionar que as coisas acontecem de forma gradual, que dar certo na sua atividade pode não vir da noite para o dia, mas o mais importante não é nem onde você vai chegar, mas as atitudes que você tem pelo caminho, os amigos, os contatos, o respeito que se trata a cada um, deixando pra trás um rastro de boas impressões, isto é fundamental pra qualquer negócio. 

Hoje tenho uma equipe bacana e fazemos workshops em qualquer lugar que nos chamem pra falar do uso do sling, sua origem, tiramos dúvidas, ensinamos a usar. Basta juntar as famílias num espaço e nos chamar que estamos a disposição pra ir em qualquer cidade do Estado de São Paulo, onde moramos e atuamos. 

Gostou do trabalho da Ritta?
Entre em contato com ela!
 (11) 3774-6274 / 5329-2622 

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Primeiro encontro sobre empreendendorismo para as mães de SP

No próximo dia 26 de maio, vamos realizar em São Paulo, o Primeiro Encontro de Empreendedorismo Materno.

A ideia é nos reunirmos para falar sobre o empreendendorismo e sobre as nossas experiências como mães trabalhadoras autônomas e empreendedoras. O que nos desafia? Como conseguimos dar conta de tudo? Que estratégias usamos no dia-a-dia? Quais os grandes problemas e dificuldades?

Mais do que isso, vamos nos perguntar, coletivamente: como podemos nos ajudar?

Vamos formar uma rede de apoio entre mães, que além das trocas de dicas e vivências, pode trocar contatos e fazer networking. Assim como a maternidade, nosso trabalho não pode ser solitário. Por isso, todas as mães empreendedoras e as que estão pensando em empreender estão convidadas!

O que: Primeiro Encontro de Empreendedorismo Materno em SP
Quando: Dia 26 de maio, sábado, às 13h
Onde: Espaço Nascente. Rua Grajaú, 599. Próximo ao metrô Sumaré.

* Não é necessário fazer inscrição.
* Compareça e leve uma contribuição para nosso lanche.
* Se desejar,  acesse a página do evento no Facebook e confirme a sua presença.

Informações:
(11) 2548-6383    
espaconascente@gmail.com


terça-feira, 15 de maio de 2012

Em SP, onde deixar seu bebê para um compromisso à noite? Com a Roberta!

Roberta e Pietra
A mais recente empreitada da produtora cultural Roberta Martinho começou por necessidade própria. Mãe de Pietra, de 1 ano e 2 meses, ela acaba de iniciar um trabalho como cuidadora no período noturno. “Muitas vezes, eu preciso ir num compromisso à noite, rápido, ou mesmo um cinema com meu marido ou jantar fora e não tinha com quem deixar minha filha”, explica.

O serviço é oferecido na casa dela em São Paulo, um ambiente totalmente adaptado para crianças, por um valor de R$ 20/hora.

Roberta define seu negócio como um empreendimento de mãe para mãe. “Acredito que o empreendedorismo materno seja ligado ao oferecimento de serviços que sejam importantes para outras mães, que liguem toda esta nova sensibilidade desenvolvida com a maternidade com uma forma de ganhar dinheiro com prazer, com afetividade”, diz.

Leia o depoimento completo de Roberta abaixo.
Para entrar em contato, escreva para o email  robertamartinho@gmail.com
Meu negócio partiu de uma necessidade minha, um lugar de confiança que eu pudesse deixar minha filha por poucas horas, que ela ficasse brincando, e melhor ainda, um lugar que tivesse outra(s) criança(s).
Muitas vezes, eu preciso ir num compromisso a noite, rápido, ou mesmo um cinema com meu marido ou jantar fora. 
Outro dia, estava brincando com a Pietra, que chega da escola por volta das 18h, tive este insight: vou eu oferecer este serviço!
Minha casa é completamente adaptada para crianças: a sala tem todos os brinquedos acessíveis, nenhum perigo, tem um espaço gostoso e a Pietra ama receber visitas.
Para começar, vou oferecer este serviço de segunda a sexta a partir da 18h e cobrar por hora um valor acessível para as mães que necessitem.
O meu trabalho é de produtora cultural. Adoro o que faço, mas desde que minha filha nasceu, veio junto esta vontade de fazer alguma coisa ligada ao universo infantil.
Este é um primeiro passo para algo maior. Não sei bem o que. Não defino. Mesmo porque acredito que o caminho se faz andando.
Acredito que o empreendedorismo materno seja ligado ao oferecimento de serviços que sejam importantes para outras mães, que liguem toda esta nova sensibilidade desenvolvida com a maternidade com uma forma de ganhar dinheiro com prazer, com afetividade.
Depois que a Pietra nasceu, veio junto com ela a vontade de pensar em algo ligado a crianças, em algo que me conecte ao universo que minha filha está, que me possibilite olhar o mundo com o olhar dela.
Quero neste momento, neste primeiro contato com um negócio que una a minha maternidade com uma forma muito agradável de ganhar dinheiro, entender possibilidades de caminhos, ter crianças por perto para entender em mim o que posso mais desenvolver neste sentido.
Começo feliz da vida, como disse, a oferecer o que é uma necessidade minha já que muitas e muitas vezes não posso ir a um compromisso com meu marido, pois não tenho um lugar bacana para deixar a Pietra".

Gostou do trabalho da Roberta?
Entre em contato com ela!


segunda-feira, 14 de maio de 2012

Ao empreender, Tati uniu suas duas grandes paixões: a fotografia e a maternidade


A especialidade dela é trabalhar com imagens, mas Tati Wexler também tem o dom das palavras. Em entrevista o nosso blog, a fotógrafa, mãe de Lúcio, de 3 anos e 11 meses, solta o verbo. “Ser mãe já é um empreendedorismo! Parir, amamentar, educar! É o projeto mais lindo e mais complexo em que alguém pode se engajar! E trabalhar paralelamente então... UAU!”.

Tati reconhece que a maternidade em si já é um grande trabalho, mas comemora o fato de seus dois trabalhos serem também suas grandes paixões. “Eu não consigo me imaginar, hoje em dia, trabalhando fora de casa, 8 horas por dia, diariamente e deixando meu filho em alguma instituição ou com alguém... eu nem cogito essa possibilidade, e enquanto eu puder, é assim que eu pretendo viver!”, diz. “No meu caso, eu tenho a sorte de conseguir unir essas grandes paixões: a fotografia e a maternidade”, completa ela, que antes da chegada de Lucio, já trabalhou como educadora, videasta, foi dirigente de ONG e muitas outras coisas.

Para Tati, esta união das suas paixões é a grande facilidade, mas também a grande dificuldade de empreender. “A facilidade de ser autônoma é essa: poder estar com o meu filho, em casa, ao meu lado, sempre. E essa também é a dificuldade”, diz. Apesar disso, afirma “estar com ele cotidianamente é um presente pra mim”.

Tati, com o filho Lúcio
No entanto, ela é categórica ao afirmar: o empreendedorismo materno deve ser uma escolha. Assim como a volta ao trabalho “formal”. “As [mulheres] que querem [voltar ao seu trabalho] tem que ter o direito, mas as que não querem precisam ter uma alternativa para poderem ser mães e profissionais ao mesmo tempo! E não é impossível!”, diz.

Para ela, o empreendedorismo materno é uma escolha que depende do tipo de maternidade que se quer exercer. E toda maternidade tem seu lugar e deve ser respeitada. “Para algumas mães, o formato babá + creche + 8 horas de trabalho diário funciona. Para outras não... E é preciso respeitar ambas!”, conclui.

Leia a íntegra da entrevista com Tati Wexler abaixo.

Tati integra o banco de dados donosso blog e a rede que se articula em torno da campanha “Contrate uma mãeempreendedora”.

Se você quer conhecer ou divulgar o trabalho de Tati, fique com os contatos dela!

Telefone: (11) 9999-3199      


Blog EM: Conte um pouco sobre a sua iniciativa: o que é?
Tati Wexler: Sou fotógrafa há 13 anos. É claro que, no meio disso, fui educadora, videasta, diretora de ONG, militante e muitas coisas mais, mas a fotografia sempre me acompanhou! Fiz faculdade de comunicação visual, mas era realmente na fotografia que eu me realizava. Já trabalhei em um jornalzinho, em documentação de projetos de ONGs, como professora de fotografia em diversos projetos sociais e hoje em dia eu sou autônoma. Fotografo casamentos, gestantes, festas infantis, bodas, eventos em geral, eventos corporativos, ensaios de crianças e famílias, produtos e tudo que vier!

Como era seu trabalho antes e como é agora? Você realizou o que queria quando resolveu empreender?
Antes eu seguia o que aparecia... hoje, eu sou dona do meu próprio nariz! E o que é mais importante: sou dona do meu tempo! E no meu tempo eu tenho o meu trabalho, que me dá o meu sustento e um imenso prazer e tenho o meu filho, que eu tenho a felicidade de acompanhar, estar junto, amar e ser mãe. Diariamente. 

Quais as facilidades e dificuldades de empreender sendo mãe?
A facilidade de ser autônoma, sendo mãe é essa: poder estar com o meu filho, em casa, ao meu lado, sempre. E essa também é a dificuldade. [risos]. Ele quer brincar, quer minha atenção e às vezes até brinca de ser fotógrafo para chamar a minha atenção, apesar de querer mesmo é ser veterinário! Mas eu acho ótimo poder trabalhar com meu filho do meu lado! Vou, fotografo um evento, e nesses momentos ele está na escola, ou com o pai, ou com a avó e quando volto, tenho mais algumas horas de trabalho no tratamento das fotos e isso não me impede de ficar com o meu filho! E isso é um presente pra mim.

Qual o lado bom e o lado ruim?
Lado bom de ser mãe? Todos! Em suas belezas, sutilezas, incertezas e dificuldades! De trabalhar sendo mãe? A mesma coisa! Ao meu ver, não tem lado ruim! Eu não consigo me imaginar, hoje em dia, trabalhando fora de casa, 8 horas por dia, diariamente e deixando meu filho em alguma instituição ou com alguém... eu nem cogito essa possibilidade, e enquanto eu puder é assim que eu pretendo viver!

O que é empreendedorismo materno para você?
Para mim, ser mãe já é um empreendedorismo!!!! Parir, amamentar, educar! É o projeto mais lindo e mais complexo que alguém pode se engajar! E trabalhar paralelamente então, uau! 

Por que as mães optam por este formato de trabalho?
Às vezes é uma escolha, às vezes não é... Conheço mães que preferem a volta ao trabalho e à vida de antes! E eu respeito. São escolhas. No meu caso, eu tenho a sorte de conseguir unir essas grandes paixões: a fotografia e a maternidade.

Você acha este fenômeno algo positivo ou negativo para a vida das mulheres?
Acho natural... Acho que a natureza da mulher é estar ao lado do filho! Houve o movimento feminista que fez com que as mulheres ingressassem no mercado de trabalho com tudo, em busca de direitos iguais.... mas a verdade é que os desejos e necessidades de algumas mulheres não são iguais! Não estou criticando o movimento feminista, é uma luta que apoio e as conquistas foram incríveis! Só que tem mulheres que não querem isso... e as que querem tem que ter o direito... mas as que não querem precisam ter uma alternativa para poderem ser mães e profissionais ao mesmo tempo! E não é impossível!

É um modo sustentável de conciliar carreira e maternidade?
Dependendo do tipo de maternidade que se quer ter, é a única maneira possível... descobrir um trabalho que você possa estar com o seu filho! Para algumas mães, o formato babá + creche + 8 horas de trabalho diário funciona. Para outras não... E é preciso respeitar ambas!

Que dica daria a quem quer se tornar uma mãe empreendedora?
Acredite em si mesma! Junte-se a outras mães, troque experiência, peça ajuda e tente! É difícil... As vezes a gente acha que não vai dar conta, mas as mulheres tem um poder que só elas sabem do que são capazes! 

Gostou do trabalho da Taxi Wexler?
Entre em contato com ela!
Telefone: (11) 9999-3199      

domingo, 13 de maio de 2012

Empreendedorismo materno é destaque em matéria da Folha de São Paulo

Confiram trechos da matéria.
A íntegra está disponível para assinantes do UOL.


Quando ser mãe vira um bom negócio

Transformar a maternidade em empreendedorismo é tendência

Alessandro Shinoda/Folhapress

Roberta Martinho, com sua filha Pietra, criou um serviço noturno de babá
LEONARDO CALVANO
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA
O equilíbrio entre a vida profissional e o papel de mãe ainda é uma busca incessante para a maioria das mulheres que decide ter filhos. Mas há quem encontre na maternidade a chave para unir as duas coisas.

Elas são as "mompreneurs", corruptela de "mom" (mãe) e "entrepreneur" (empresário). O termo é utilizado nos países de língua inglesa para definir o empreendedorismo feminino, que, seja por necessidade ou por oportunidade, é um fenômeno crescente em todo o mundo.

No Brasil, a maior parte dos empreendedores ainda é de homens, mas a tendência é de crescimento entre as mulheres. Segundo dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio) de 2009, 26,3% dos empregadores no país são mulheres.

Entre os novos negócios, no entanto, a porcentagem de mulheres é quase igual à de homens. Das empresas abertas em 2011, 48,62% têm mulheres à frente, aponta uma pesquisa feita pela FGV (Fundação Getulio Vargas) em conjunto com o IBQP (Instituto Brasileiro de Qualidade e Produtividade) para a organização internacional GEM (Global Entrepreneurship Monitor).

Não existem estudos que apontem quantas dessas mulheres são mães. Mas esse número deve ser significativo, afirma Tales Andreassi, coordenador do FGVcenn (Centro de Novos Negócios da FGV), uma vez que "o empreendedorismo permite à mulher conciliar a carreira com os cuidados com os filhos".

"A carreira não foi preterida, apenas ganhou uma nova forma. Trabalhando em casa ou em escritórios adaptados para receber os filhos, elas simplesmente romperam com os trabalhos-padrão para desempenhar a função de mãe", diz a consultora Michelle Prazeres, 33, do blog Empreendedorismo Materno (www.emprendedorismomaterno.blogspot.com.br).

"Trabalhar em casa para economizar tempo de deslocamento e ter flexibilidade de horário passou a ser uma condição básica pra mim", diz a jornalista e consultora Daniela Buono, 38, uma das sócia-fundadoras do site Cia das Mães. "Esse é um movimento cada vez mais forte e um sinal do surgimento de um novo perfil de mãe", acredita Buono, que se inspirou nas filhas Clara, 7, e Bebel, 4, para criar sua empresa.

'Mompreneurs' conectam-se na net

Mães empreendedoras trocam experiências e lançam produtos por meio de blogs e sites

COLABORAÇÃO PARA FOLHA
Conectadas no mundo digital, essas mães aproveitam as ferramentas tecnológicas para desenvolver e viabilizar suas ideias. Na rede, trocam experiências com outras mulheres que pretendem ou já se tornaram "mompreneurs".

Sites e blogs oferecem informações, serviços, dicas e produtos que podem semear o empreendedorismo.

Em 2010, a Cia das Mães trouxe para o mercado esse conceito. A empresa, que começou como uma loja virtual, conta com um canal de blogs, serviços interativos, compras coletivas e realiza eventos presencias para o segmento.

"Saí em busca de alternativas e descobri mulheres na mesma situação que eu. Veio a inspiração de reunir as mães empreendedoras brasileiras e criar um site", conta Daniela Buono, 38. Ela e as sócias (e também mães) Roberta Marcinkowski e Katia Raele administram o site.

PROJETO DE MÃE

Uma das participantes dessa rede na Cia das Mães é a Lorota, grife de objetos lúdicos para crianças.

A artista plástica Juliana Coutinho Calheiros, 29, e a designer Karen Zlochezsky compartilhavam uma vontade comum: reorganizar a vida profissional em torno do projeto de ser mãe.

"A maternidade existe em nossas vidas há sete anos e, a Lorota, há três. Nós duas tínhamos o desejo de ter uma vida profissional sem abrir mão do convívio com as crianças. Por isso, foi espontânea a ideia do projeto", conta a artista plástica.

Para se organizar, as sócias marcam encontros durante a semana. Além disso, o escritório também "acontece virtualmente", pois grande parte da exposição da marca e da demanda acontecem pela internet.

A consultora Michelle Prazeres, 33, criadora do blog Empreendedorismo Materno, oferece serviços semelhantes.

Seu espaço virtual segue o conceito da Cia das Mães. A página promove campanhas para as "mompreneurs", além de dar dicas.

"Um dos pontos das nossas campanhas é o de valorizar o trabalho dessas mulheres e oferecer orientações para quem deseja começar", afirma Prazeres.


LOROTA
Loja de produtos infantis
www.lorota.com.br

TARDES NO QUINTAL
Oficinas de arte para crianças
www.maumaugaleria.blogspot.com.br

NONINO
Marca de roupas infantis
giulianafoti@gmail.com

BOBBABÁ
Serviço de babá com espaço próprio
robertamartinho@gmail.com

CIA DAS MÃES
Loja virtual e agregador de blogs sobre maternidade
www.ciadasmaes.com.br

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Nara largou o direito por seu universo materno


Nara, da Universo Materno
“Quando eu era advogada, o meu trabalho era resolver o problema dos outros da maneira que o meu chefe queria! Agora eu trabalho muito mais do que antes, porque não tenho horário nem para começar e nem para terminar, mas eu adoro!”. Este breve depoimento resume o astral de Nara Duarte Pinski ao falar da Universo Materno, loja online de produtos infantis práticos, modernos e cheios de estilo, que criou quando amamentava seu primeiro filho, Gabriel de 5 anos.

Hoje, ela também tem Thomas, de 3 anos, e um empreendimento de sucesso administrado de sua própria casa. “Às vezes o meu trabalho é um pouco solitário, sentada em minha mesa, na internet, mas outras vezes é super movimentado, como quando faço uma feira!”, conta.

Nara explica que o trabalho tem seus momentos complicados. “A parte difícil é que às vezes tu tens que abrir mão de tudo para ficar com um filhote doente e não tem ninguém que faça o teu trabalho! É fazer os filhos entenderem que o telefone precisa ser atendido em qualquer horário e que os e-mails precisam ser respondidos. É difícil fazer as pessoas entenderem os horários e até mesmo o espaço físico de quem trabalha em casa”, diz. Mas é sempre recompensador!

O empreendedorismo materno, para ela, é uma espécie de movimento. “É composto de diversos tipos de mães, mas a ideia principal de todas elas, na minha opinião, é tornar o trabalho um pouco mais compatível com a rotina de uma mãe, é tornar o trabalho mais prazeroso, para que possamos ensinar aos nossos filhos que trabalhar é bom e nos dá prazer!”, conta.

A recompensa, para ela, vem de várias formas, mas uma é a mais especial: “Os nossos filhos, tenho certeza, serão pessoas melhores, terão orgulho da transformação que suas mães passaram”, conclui.

Leia a íntegra da entrevista abaixo.


Blog EM: Conte um pouco sobre a sua iniciativa: o que é? Quando começou?
Nara: Em 2009, no meio da madrugada, amamentando o meu bebê de um mês tive uma ideia: por que não disponibilizar para as mães, tias, madrinhas, avós e membros envolvidos na criação de bebês e crianças, produtos que fossem práticos, inovadores e cheios de estilo?
Foi aí que começou a Universo Materno, uma empresa criada para as mães, para acompanhar o crescimento dos filhos de forma divertida, com menos preocupações e oferecendo produtos para usar e abusar!
No começo, eu tinha uma sociedade com uma amiga. Em razão de pontos de vistas diferentes nós “dividimos” a empresa e a parte da busca de novos produtos para venda direta ao consumidor ficou comigo. Hoje tenho uma funcionária que me ajuda com a parte de logística e tenho quatro consultores (administrativo, financeiro, marketing e vendas) que me auxiliam também.

Como era seu trabalho antes e como é agora? Você realizou o que queria quando resolveu empreender?
Quando eu era advogada, o meu trabalho era resolver o problema dos outros da maneira que o meu chefe queria! Lidava com livros, pesquisas e textos o tempo todo (o que eu gostava muito), tinha que fazer o cliente entender que tal coisa não podia ser dito e que tal ação era necessária. Tinha que convencer o juiz de que o meu cliente estava certo e tinha que convencer o meu chefe de que eu tinha feito tudo direitinho para o bem do cliente. Isso sem perder o prazo, a pose da certeza e literalmente o salto alto!
Agora eu trabalho muito mais do que antes, porque não tenho horário nem para começar e nem para terminar, mas eu adoro! Estou ligada todos os dias da semana no meu negócio próprio, pesquiso produtos que as minhas clientes possam gostar, testo os produtos com os meus filhos, procuro opiniões sobre os produtos, planejo as compras e as entregas, faço textos para tornar os produtos mais atraentes, faço materiais de divulgação, pesquiso tendências, negocio com fornecedores, entre outras atividades.
Às vezes o meu trabalho é um pouco solitário, sentada em minha mesa, na internet, mas outras vezes é super movimentado, como quando faço uma feira!
Adoro o que faço e tenho o maior orgulho da empresa que construi e principalmente dos produtos que vendo!

Quais as facilidades e dificuldades de empreender sendo mãe?
A facilidade maior, no meu caso, é poder participar ativamente da rotina dos meus filhos. Eu tomo café, almoço e janto com eles, levo pra escola, pediatra, brinco um pouco todos os dias!
A parte difícil é que às vezes tu tens que abrir mão de tudo para ficar com um filhote doente e não tem ninguém que faça o teu trabalho! É fazer os filhos entenderem que o telefone precisa ser atendido em qualquer horário e que os e-mails precisam ser respondidos. É difícil fazer as pessoas entenderem os horários e até mesmo o espaço físico de quem trabalha em casa.

O que é empreendedorismo materno para você?
O EM é composto de diversos tipos de mães, mas a ideia principal de todas elas, na minha opinião, é tornar o trabalho um pouco mais compatível com a rotina de uma mãe, é tornar o trabalho mais prazeroso, para que possamos ensinar aos nossos filhos que trabalhar é bom e nos dá prazer!

Em sua opinião, por que as mães optam por este formato de trabalho?
Para serem mais felizes e equilibrarem o prazer de estar com a família à realização profissional.

Você acha este fenômeno algo positivo ou negativo para a vida das mulheres?
Muito positivo! Faz parte da independência feminina, faz parte de nos tornar pessoas melhores, independentes e que pensam mais nos outros.

É um modo sustentável de conciliar carreira e maternidade?
Com certeza absoluta! Nós precisamos trabalhar não somente porque precisamos de dinheiro, mas porque é bom trabalhar, dá prazer, traz objetivos para a vida e faz com que a autoestima melhore. Os nossos filhos, tenho certeza, serão pessoas melhores, terão orgulho da transformação que suas mães passaram.

Que dica daria a quem quer se tornar uma mãe empreendedora?
A dica é começar pequeno e sonhar grande! Corra atrás do sonho, mas não deixe de cuidar dos filhos porque eles crescem rápido, e quando vemos eles já se tornaram adolescentes e o tempo não voltará...

Gostou do trabalho da Nara?
Entre em contato com ela!
 (11) 9633-0133

Um recado da Nara para as leitoras do blog: “Fiquem a vontade para entrar em contato, fazer perguntas, dar sugestões de produtos para a Universo Materno, pedir dicas, enfim, para tudo! Tenho orgulho das mães que já ajudei com as dicas das coisas que aprendi nesses mais de três anos de trabalho muito prazeroso”.

terça-feira, 8 de maio de 2012

Com Elis e os slings, Carol se apaixona todos os dias

Carol e Elis
Ainda que seja uma fã do rock inglês, os anos mais recentes da vida de Carol Robortella Valente podiam ter como trilha sonora um rock nacional. Sua trajetória é marcada por metamorfoses. A principal delas aconteceu com o nascimento da filha Elis, de 11 meses. Com a chegada da menina-luz, Carol visitou seu passado, seus medos, suas sombras e se redescobriu pessoal e profissionalmente. Mas a sua vida teve outras profundas reviravoltas que ela compartilha conosco neste emocionante depoimento.

Hoje, Carol atua como revendedora de slings (carregadores de bebês) da região do ABC em São Paulo e é doula pós-parto. Também edita o blog Parir-se ao parir.

Comunicadora de formação, slingueira de coração, apaixonada pelo modelo conhecido como wrap, ela já inventou seu slogan: wrapaixone-se! Para ela, usar os carregadores é apaixonar-se pelo filho e pela maternidade diariamente.

Leia esta história apaixonante nas palavras desta querida mãe empreendedora!

“Acho que a vida profissional não tem como estar desligada da vida pessoal, então pode ser que fique meio grande, mas acho que não dá pra separar as duas coisas...
Já faz um tempão que estou para escrever para o Empreendedorismo Materno, mas confesso que demorei um pouco, pois teria de ser na hora em que meu coração estivesse de verdade me dizendo algo, que não fosse "da boca pra fora", que fosse verdadeiro.
Essa coisa de ser muito sensível às vezes atrapalha um pouco, mas por outro lado, quando "me encontro", me traz exatamente o que eu quero: algo verdadeiro, que realmente me toca lá na alma.
E como mãe, hoje uma mãe de quase 11 meses, da Elis, é exatamente isso que tenho vivido e buscado. O meu lado mais verdadeiro. A maternidade tem sido para mim um convite a entrar em minha alma. Mas olhar-se nem sempre é uma experiência boa. Muitas vezes assusta, pois começamos a ver o nosso lado mais escondido, a nossa sombra, que só aparece quando queremos de verdade ver. Contudo, depois que a "nuvem negra" passa, vem a claridade e ainda de forma mais clara do que anteriormente. Por isso, não me arrependo de ser assim.
Vou tentar resumir minha historia para que as pessoas entendam o contexto do que está acontecendo agora. Sou formada em Jornalismo, em Santos, "minha terra". Quando me formei, em 2005, me decepcionei muito com a profissão, logo após alguns estágios. Meu primeiro erro foi ter criado expectativas com a profissão, achando que iria "salvar o mundo" como jornalista, essa coisa de se achar a salvadora da pátria, bem romântica mesmo. E, de verdade, essa coisa de romantizar só caiu por terra mesmo, agora que a Elis nasceu. Olhando-me antes, vejo que era um pouco ingênua, mas acho que também faz parte da vida. Mas uma hora a gente tem que crescer.
Sempre estudei inglês, desde os 12 anos, por ser muito ligada à música. Desde esta idade era apaixonada pelos Beatles! E por isso fui estudar. E acabei me apaixonando pela língua também. Acho uma língua muito musical! Em 2003 fiz um curso de Guia de Turismo e até hoje tenho contato com estrangeiros por conta deste trabalho. Então, assim que me formei na faculdade, e vi que naquele momento não era Jornalismo o que eu queria - não daquele jeito - fui dar aulas de inglês. Trabalhei em escolas e também dei aulas particulares, durante quatro anos. O legal de dar aulas é que a gente aprende muito com os alunos também. Essa troca é fundamental. Muitos dos meus alunos acabaram se tornando grandes amigos. E em 2008, trabalhei como tradutora no site de letras de músicas vagalume.com.br, e também fiz algumas entrevistas com artistas para o site. 
Mas, em 2009, passei por uma grande transformação. Passava por um momento muito difícil, de baixa autoestima, e engordei muito. Em maio, pesava 132 kg. Sempre fui contra intervenções cirúrgicas, sempre odiei hospital, mas no dia em que minha pressão chegou a 16 por 10 depois de um dia de muito stress no trabalho, com 27 anos, precisei repensar minha vida. E foi aí que a grande viagem para dentro de mim começou. Comecei a fazer terapia, e ao longo dela, cheguei à conclusão de que a comida era apenas uma forma de tentar preencher um vazio que existia por dentro (da cabeça e do coração). Repensei, e cheguei à conclusão de que deveria considerar fazer a cirurgia de redução de estômago. E fiz. Neste blog http://decifrandome.wordpress.com/2009/04/ dá para acompanhar toda a caminhada pré e pós operatória, e principalmente minha caminhada de transformação interna, que no final, é o que mais foi, e ainda é, necessário. Acredito que fazer essa cirurgia sem ter em mente que o que precisa mudar é a cabeça, e realmente querer mudar, não vale a pena. Porque NÃO É FÁCIL. Nem um pouco. Não, as coisas não se resolvem como num passe de mágica, como muitos pensam.
A marca registrada de Carol: um desenho
que sua irmã fez  da dupla slingando. Arte: Malipi
Após a cirurgia, continuei em terapia por mais dois anos, e nestes dois anos precisei entrar em contato com muitos dos meus monstros, da minha sombra, coisas que não queria, MESMO, ver. Foi assustador! Principalmente no início. A análise de meus sonhos me tirava o sono... mas ao mesmo tempo me dava respostas. E foi na recuperação da cirurgia que comecei a entrar em contato com pessoas que pensam diferente. Me dei o direito de "sair da toca", e ir conhecer "outros planetas", e conheci pessoas muito especiais. Pessoas que pensam os direitos humanos. E me identifiquei, devido a historia dos meus pais, que são também pensadores dos direitos humanos, e eu sempre os acompanhei. Neste meio tempo, voltei a dar aulas de inglês, e ao mesmo tempo, acompanhava estes grupos. E no meio destes grupos, encontrei pessoas que pensam os direitos humanos na mídia, que é o que eu sempre questionei e achei que não existisse quem pensasse como eu. Mas, ali, percebi que não era a única, e isso me deu uma baita de uma força. E hoje quero lutar por uma mídia mais justa. Quero que as coisas mudem. Mas aí dá até assunto para outro texto [risos]
Foi então que em setembro de 2010 engravidei - já recuperada da cirurgia, 1 ano e meio depois - e comecei uma jornada ainda maior para dentro de mim. Eu que achava que já tinha visto de tudo, passei a não mais duvidar da minha vontade de autoconhecimento, de encontrar minha verdade interna. O inicio da minha gravidez foi muito conturbado, e em janeiro de 2011, nos mudamos para o ABC, onde meu marido havia acabado de conseguir trabalho.
Assim que nos mudamos, dei aulas particulares enquanto estava grávida. Foi difícil conseguir alunos em uma cidade nova, mas fiz uma boa divulgação, e logo apareceram alunos. Durante a gravidez, dava aulas e frequentava, quando conseguia, os grupos de gestantes do Gama - Grupo de Apoio À Maternidade Ativa (http://www.maternidadeativa.com.br/), em São Paulo. As poucas reuniões em que estive presente me ajudaram ainda mais a entrar em contato com a minha "sombra", pois aquela Ciranda das Mulheres Sábias faz com que enfrentemos nossas dificuldades, nos sentimos acolhidas por tantas mulheres, mais experientes ou não, mas todas com uma baita energia, que nos faz olhar para frente e seguir nossa intuição e vontades reais, mesmo que de inicio elas assustem.
Encontrei um grupo igualmente forte no ABC, o grupo MaternaMente (http://maternamente.blogspot.com.br/), e me senti ainda mais acolhida, pois sabia que havia pessoas perto de mim que pensavam de forma parecida. A gravidez é um período de muitas confusões para qualquer mulher, e se ela não estiver ao lado das pessoas certas, a situação pode piorar muito. 
Preparei-me e me informei para ter um parto normal, que sempre pensei ser o "normal", mas nestes grupos descobri que, infelizmente, é exceção e não regra no nosso país. Preparamos-nos para fazer o parto na Casa de Parto de Sapopemba. No dia em que completei 39 semanas, 13 de junho de 2011, Elis nos avisou: estava chegando. Fiquei apenas 4 horas e 30 minutos em Trabalho de Parto, não imaginávamos que passaria de 5-6 cm de dilatação para dilatação total em apenas 1 hora e 20 minutos. Resultado: Elis acabou nascendo em casa, com a ajuda da parteira querida Mariane Menezes, que inicialmente ia apenas me doular no trabalho de parto enquanto não chegássemos na Casa de Parto. Mas acabou "pegando" a Elis, que "escorregou" de uma vez, em casa, no chão do quarto dela. Nasceu PERFEITA. Foi tudo muito emocionante, que me faz chorar até agora, só de pensar em tudo o que aconteceu naquele dia. De longe, o dia mais louco-lindo-forte-intenso e outras milhares de palavras que poderiam me ajudar a tentar descrever o que aconteceu, mas de verdade, até hoje não consigo encontrá-las. 
Porque estou contando tudo isso em um texto sobre empreendedorismo? Porque, depois deste dia, minha vida tomou outro sentido. Os cuidados com Elis, a vivência com outras mães e as dificuldades e alegrias da maternidade me transformaram em outra pessoa. A mesma, mas ao mesmo tempo, outra. Melhor, sinto. Em evolução constante. E essa mudança não tinha como não afetar a "Carol Empreendedora". Essa Carol continua dando aulas de inglês, mas quer agregar coisas que aprendeu e aprende como mãe. Na verdade, voltei a trabalhar há pouquíssimo tempo, sem saber se ia realmente dar certo, dando aulas de inglês via Skype, pela internet.  E está dando certo! E assim consigo ficar mais tempo com Elis, pois neste momento é isso o que quero. Acompanhá-la de perto nesse início de vida. Confesso que voltar a trabalhar não é nada simples, ainda mais depois dessa mudança muito grande vida, mas sinto que preciso. Não só por dinheiro, mas por achar que é bom me sentir útil como profissional, tem todo um significado interno mesmo. Quem é mãe, sabe.
Mas minhas vontades vão além das aulas de inglês. Continuarei com elas, mas - como projetos paralelos - tenho muitas coisas. Depois dessa transformação toda, não poderia ser diferente. 
No chá de bebê da Elis, ganhei um Wrap Sling da Kika De Pano (http://kikadepano.com/). Quando ganhei, pensei: como vou transformar um pano desse tamanho em um carregador de bebês?? O sling veio com um DVD explicativo de utilização, e passei a "estuda-lo" ainda grávida. Ele é bonito demais, me senti como as africanas, japonesas, me senti parte de uma "tribo" ao vesti-lo. A primeira vez que Elis "slingou" foi com 15 dias. Coloquei-a no Sling e fui à feira. Foi amor à primeira slingada!!! Ou, como chamo, Wrapada! [risos]. E as pessoas olham na rua, é algo que chama atenção. Algumas olham com ar de aprovação, outras nem tanto... mas, em geral, gostam!
Foi então que comecei a revender os Slings da Bruna Leite da Kika de Pano. E percebi que realmente gosto disso e que tem a ver comigo! Hoje minha ideia é virar empreendedora mesmo, fazer os Wrap por conta própria para poder, assim, baratear seu custo. Sou uma WRAPAIXONADA. [risos]. E nada melhor do que vender algo que acreditamos. Até acabei de bolar o nome! "WRAPAIXONE-SE"! ou algo assim. [risos] O que acham?
Porque Wrapar é isso! Apaixonar-se pelo seu bebê a cada dia! Estarmos bem juntinhos e seguros. Wrapar é das coisas que mais amo desde que me tornei mãe. E vendendo, acabei meio que automaticamente fazendo um papel de Doula Pós-Parto, pois eu vou na casa das mães assim que nascem seus bebês, as ajudo a usar, amamentar com o bebê ali dentro, ajudo-as a sentir-se bem com o bebê e com o wrap ao mesmo tempo. Noto que algumas se atrapalham para usar, o que é normal, mas depois que aprendem noto como mãe e bebê se sentem muito bem. E os pais também slingam! E dá uma satisfação tremenda!
É algo que faria com muito muito amor. E fora que este momento pós-parto é sempre cheio de novidades, e ter alguém por perto para dar um apoio emocional é sempre muito bom. Então, me vejo também como doula pós parto. Uma coisa vai puxando a outra, e são coisas que são verdadeiras dentro de mim. E é essa a minha busca como mulher e mãe. A verdade, nada mais que a verdade. Mesmo que, muitas vezes, ela doa. Mas uma hora a tempestade vai embora e vem um lindo dia de sol!".

Gostou do trabalho da Carol?

Entre em contato com ela!
Blog: mepari.blogspot.com
Email: carollrob@gmail.com

segunda-feira, 7 de maio de 2012

No mês das mães, campanha incentiva trabalho de mães empreendedoras

O blog Empreendedorismo materno deu início a uma campanha inédita: “Contrate uma mãe empreendedora”.

O blog criou e mantém um banco de contatos com mulheres trabalhadoras que são mães e profissionais autônomas ou que desenvolveram seus próprios negócios depois da chegada de seus filhos. “Nossa intenção é criar um movimento em torno deste grupo de mulheres, que ao engravidarem ou terem seus filhos, mudaram alguns ou todos os aspectos da sua vida profissional. Em rede, podemos gerar mais e novos empreendimentos para estas e outras mães”, afirma Michelle Prazeres, editora do blog e mãe de Miguel.

Ela conta que entende que um dos motivos pelos quais as mães se tornam empreendedoras é o fato de o mercado de trabalho ainda não acolher completamente e muitas vezes não dar suporte adequado à maternidade. "Temos que lutar para que estas condições melhorem e para que a sociedade avance em relação aos direitos da mulher e das mães. No entanto, é preciso também melhorar a situação de milhares de mães que, após a chegada de seus filhos, vem suas vidas tão transformadas, mudam completamente de vida profissional e continuam sem suporte, orientação e apoio adequados", diz.

Blog e campanha permanente

O blog conta histórias de mães empreendedoras e trabalhadoras autônomas. O objetivo é dar visibilidade a estes empreendimentos e às trajetórias destas mulheres, que lutam também por um maior reconhecimento e valorização de suas iniciativas.

É o caso de Priscila Castanho, da Abraço Materno, que presta atendimentos de massagem em domicílio para gestantes e mães recentes e também oferece cursos de massagem para bebês. “A campanha nos agrega, cria um ambiente de solidariedade, em que uma mãe indica o trabalho da outra e também nos projeta para o mundo, divulgando nossas iniciativas e incentivando que se contratem mães empreendedoras, para um mundo melhor. Isso, porque se conseguirmos manter nossos negócios e aliar o trabalho ao cuidado com nossos filhos, com certeza temos uma sociedade melhor, com pessoas mais amadas e amorosas”, afirma.

A ideia é que a campanha seja abraçada também por empresas ou profissionais que contratam estas mães.

A campanha é permanente. O banco de dados também. Qualquer mãe pode se cadastrar.

Para participar, basta enviar um e-mail para o endereço empreendedorismomaterno@gmail.com contendo as seguintes informações: nome, atividade que desenvolve, nome da empresa (se houver), telefone, e-mail e site ou blog.

Empreendedorismo materno.
Participe! Divulgue! Apoie esta ideia.