Compartilhando nota publicada no site Bolsa de Mulher.
A notícia dá conta de que o empreendedorismo feminino no Brasil está entre os maiores do mundo. E as mamães certamente contribuem para estas estatísticas aumentarem!
Leia a nota abaixo.
Entre os 21,1 milhões de pessoas que administram empresas em estágio inicial, ou seja, até três anos e seis meses de idade, 50,7% são do sexo masculino e 49,3%, feminino. Os dados são da GEM 2010 (Global Entrepeneurship Monitor), divulgados pelo Sebrae.
O Brasil já conta com 10 milhões de empreendedoras e esse número vem crescendo desde 2006. O levantamento revela ainda que 70,4% das mulheres estudam antes de abrir um negócio. E segundo dados do Instituto Empreender Endeavor Brasil de 2010, 61,5% das empreendedoras inovam mais em marketing do que os homens.
A taxa de crescimento do empreendedorismo no país é a maior da década: 17,5% entre os brasileiros com idades de 18 a 64 anos. A maior parte das empreendedoras brasileiras, 22,2%, tem entre 25 e 34 anos. E 58% delas investiram até R$ 10 mil para abrir a empresa. Em termos globais, este valor é considerado pequeno.
Leia também:
Mulheres no comando - Estudo mostra que manter características femininas é fundamental
Mostrando postagens com marcador pesquisas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador pesquisas. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Mãe ou profissional? Escolha os dois!
Bacana a pesquisa feita pela Revista Crescer.
São muitas as questões em jogo quando o assunto é maternidade e trabalho. A reportagem traz algumas destas dimensões. Vale a leitura.
Leia abaixo trecho. A íntegra você encontra aqui.
A apresentadora Angélica ficou apenas dois meses de licença-maternidade e, apesar de poder levar Joaquim para amamentar e de ser uma mãe que trabalha bem resolvida, ela confessa que se sentiu culpada. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, passou seis meses afastada do trabalho e quando deixou João Augusto no berçário pela primeira vez, desmoronou. “Passei por todos os dramas, chorei, me perguntei o que estava fazendo, enfim...” Foi difícil. Como foi para a estilista Fernanda Franken, que, após quatro meses de licença quando Davi nasceu, trabalhou quase um ano e decidiu que era hora de trocar de emprego. Pediu demissão da empresa e acabou montando, aos poucos e no seu tempo, sua própria confecção, em casa.
Se a grande maioria das mães que trabalha fora se sente culpada e queria mais tempo ao lado dos filhos, é na hora de deixar o bebê pela primeira vez e retornar ao emprego que essa culpa atinge seu ápice. OK, a gente sabia que esse momento chegaria – a pesquisa que CRESCER fez com 5.009 mulheres que são mães e profissionais revelou que 56% delas levaram em conta a carreira quando decidiram engravidar, mas mostrou também que 72% sentem culpa justamente por trabalhar fora. Afinal, por que a gente se sente assim?
Se formos simplificar bem, ficamos culpadas porque ainda temos como ideal o modelo antigo da maternidade, no qual a mulher cuidava da casa e dos filhos (e de si mesma) de maneira impecável e estava sempre muito perto da perfeição. Por querermos, hoje, atingir essa perfeição e ainda ter uma carreira de sucesso (afinal, se a Angelina Jolie dá conta...), nos sentimos sobrecarregadas, muitas vezes exaustas e, a cada dia, vamos acumulando funções. Claro que, ao tentar cumprir todos esses papéis, descobrimos que vivemos sem tempo e, infelizmente, não dá para esticá-lo.
Então, cansadas e culpadas, se alguém nos perguntar de imediato se querermos deixar de trabalhar, a resposta tende a ser sim! Mas, poucos minutos depois, a gente pensa melhor e descobre que talvez não seria feliz se não trabalhasse fora. Assim como não gostaríamos nem um pouco se nossos filhos acordassem de madrugada choramingando “papai, vem aqui...”, em vez de “mamãe”. É, somos geralmente mais rápidas, eficientes, organizadas, etc., etc., etc. (pesquisa da Universidade Tufts, nos EUA, mostrou que o comportamento maternal estimula a criação de novos neurônios em fêmeas de ovelhas e que o mesmo pode ocorrer em seres humanos!), mas também somos controladoras e gostamos desse “poder” que temos de sermos mães, profissionais e mulheres independentes. Ufa! Quanta coisa em um parágrafo, não é? Vamos por partes.
São muitas as questões em jogo quando o assunto é maternidade e trabalho. A reportagem traz algumas destas dimensões. Vale a leitura.
Leia abaixo trecho. A íntegra você encontra aqui.
A apresentadora Angélica ficou apenas dois meses de licença-maternidade e, apesar de poder levar Joaquim para amamentar e de ser uma mãe que trabalha bem resolvida, ela confessa que se sentiu culpada. A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, passou seis meses afastada do trabalho e quando deixou João Augusto no berçário pela primeira vez, desmoronou. “Passei por todos os dramas, chorei, me perguntei o que estava fazendo, enfim...” Foi difícil. Como foi para a estilista Fernanda Franken, que, após quatro meses de licença quando Davi nasceu, trabalhou quase um ano e decidiu que era hora de trocar de emprego. Pediu demissão da empresa e acabou montando, aos poucos e no seu tempo, sua própria confecção, em casa.
Se a grande maioria das mães que trabalha fora se sente culpada e queria mais tempo ao lado dos filhos, é na hora de deixar o bebê pela primeira vez e retornar ao emprego que essa culpa atinge seu ápice. OK, a gente sabia que esse momento chegaria – a pesquisa que CRESCER fez com 5.009 mulheres que são mães e profissionais revelou que 56% delas levaram em conta a carreira quando decidiram engravidar, mas mostrou também que 72% sentem culpa justamente por trabalhar fora. Afinal, por que a gente se sente assim?
Se formos simplificar bem, ficamos culpadas porque ainda temos como ideal o modelo antigo da maternidade, no qual a mulher cuidava da casa e dos filhos (e de si mesma) de maneira impecável e estava sempre muito perto da perfeição. Por querermos, hoje, atingir essa perfeição e ainda ter uma carreira de sucesso (afinal, se a Angelina Jolie dá conta...), nos sentimos sobrecarregadas, muitas vezes exaustas e, a cada dia, vamos acumulando funções. Claro que, ao tentar cumprir todos esses papéis, descobrimos que vivemos sem tempo e, infelizmente, não dá para esticá-lo.
Então, cansadas e culpadas, se alguém nos perguntar de imediato se querermos deixar de trabalhar, a resposta tende a ser sim! Mas, poucos minutos depois, a gente pensa melhor e descobre que talvez não seria feliz se não trabalhasse fora. Assim como não gostaríamos nem um pouco se nossos filhos acordassem de madrugada choramingando “papai, vem aqui...”, em vez de “mamãe”. É, somos geralmente mais rápidas, eficientes, organizadas, etc., etc., etc. (pesquisa da Universidade Tufts, nos EUA, mostrou que o comportamento maternal estimula a criação de novos neurônios em fêmeas de ovelhas e que o mesmo pode ocorrer em seres humanos!), mas também somos controladoras e gostamos desse “poder” que temos de sermos mães, profissionais e mulheres independentes. Ufa! Quanta coisa em um parágrafo, não é? Vamos por partes.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Brasileira é a mais empreendedora do mundo
Taxa de empreendedoras no Brasil é de 12%, três vezes superior a média mundial de 4%.
Fonte: Fator Brasil
A mulher brasileira é a que mais empreende no planeta. A constatação foi feita por uma pesquisa da consultoria internacional Grant Thornton, realizada com 11 mil empresas de 39 economias. O centro constatou que a taxa de empreendedoras no Brasil é de 12%, superando a média mundial que fica em 4%.
Na gestão das empresas brasileiras, as mulheres estão competindo em pé de igualdade com os homens. Das 21,1 milhões de pessoas à frente de negócios com até 42 meses de existência, 49,3% são do sexo feminino. Os dados são da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), divulgada pelo Sebrae.
No Espírito Santo, a presença feminina em cargos de gestão também é marcante. Das mais de 12 mil pessoas fisicas registradas no CRA-ES, 49% são mulheres. No caso das pessoas jurídicas, o domínio delas é mais evidente: 85% dos respectivos administradores responsáveis técnicos são mulheres.
Características-Para a Conselheira do CRA-ES – Conselho Regional de Administração do Espírito Santo, Marly de Lurdes Uliana, a mulher adquiriu a capacidade única de desempenhar várias funções simultaneamente, uma vez que são, ao mesmo tempo, mães, profissionais, esposas e donas de casa. “A presença feminina é muito evidente no setor de prestação de serviços, no qual as relações interpessoais são mais valorizadas. Nossa sensibilidade também trabalha a favor quando as metas são claras”, analisa.
A mulher empreendedora tem a qualidade de saber administrar vários problemas simultaneamente, por ser, ao mesmo tempo, mãe, profissional, esposa e dona de casa. Ela está presente principalmente no setor de prestação de serviços, em que a proximidade entre pessoas e o trajeto social são mais valorizados. Os objetivos e as metas são mais definidos e claros, desde a elaboração do projeto até a implantação e o desenvolvimento. Por esses motivos, segundo consultores do Sebrae, empresas criadas por mulheres vão menos à falência que as lideradas por homens.
Vantagens da mulher empreendedora sobre os homens: . Conhece melhor o mercado no qual pretende ingressar|. É mais estável e mais bem preparada e planeja melhor|. É menos confiante, portante, mais precavida |.Equilibra melhor a vida pessoal da profissional|. Gasta uma fração – de cerca de 30 a 50% - do capital que um homem usa para abrir um negócio.
Fonte: Fator Brasil
A mulher brasileira é a que mais empreende no planeta. A constatação foi feita por uma pesquisa da consultoria internacional Grant Thornton, realizada com 11 mil empresas de 39 economias. O centro constatou que a taxa de empreendedoras no Brasil é de 12%, superando a média mundial que fica em 4%.
Na gestão das empresas brasileiras, as mulheres estão competindo em pé de igualdade com os homens. Das 21,1 milhões de pessoas à frente de negócios com até 42 meses de existência, 49,3% são do sexo feminino. Os dados são da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), divulgada pelo Sebrae.
No Espírito Santo, a presença feminina em cargos de gestão também é marcante. Das mais de 12 mil pessoas fisicas registradas no CRA-ES, 49% são mulheres. No caso das pessoas jurídicas, o domínio delas é mais evidente: 85% dos respectivos administradores responsáveis técnicos são mulheres.
Características-Para a Conselheira do CRA-ES – Conselho Regional de Administração do Espírito Santo, Marly de Lurdes Uliana, a mulher adquiriu a capacidade única de desempenhar várias funções simultaneamente, uma vez que são, ao mesmo tempo, mães, profissionais, esposas e donas de casa. “A presença feminina é muito evidente no setor de prestação de serviços, no qual as relações interpessoais são mais valorizadas. Nossa sensibilidade também trabalha a favor quando as metas são claras”, analisa.
A mulher empreendedora tem a qualidade de saber administrar vários problemas simultaneamente, por ser, ao mesmo tempo, mãe, profissional, esposa e dona de casa. Ela está presente principalmente no setor de prestação de serviços, em que a proximidade entre pessoas e o trajeto social são mais valorizados. Os objetivos e as metas são mais definidos e claros, desde a elaboração do projeto até a implantação e o desenvolvimento. Por esses motivos, segundo consultores do Sebrae, empresas criadas por mulheres vão menos à falência que as lideradas por homens.
Vantagens da mulher empreendedora sobre os homens: . Conhece melhor o mercado no qual pretende ingressar|. É mais estável e mais bem preparada e planeja melhor|. É menos confiante, portante, mais precavida |.Equilibra melhor a vida pessoal da profissional|. Gasta uma fração – de cerca de 30 a 50% - do capital que um homem usa para abrir um negócio.
Marcadores:
empreendedorismo,
estatísticas,
pesquisas
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Classes D e E dão fôlego às novas empreendedoras
Fonte: Jornal Valor Econômico - 25/07/2011
O Global Entrepreneurship Monitor 2010 (Gem), divulgado pelo Sebrae, mostra que dos 21 milhões de empreendedores no Brasil, metade são mulheres. Em outros lugares, normalmente, existem diferenças de 20% entre os gêneros. O que surpreende é que esse alto índice só é possível porque houve incorporação das mulheres de classe D e E.
"Estamos num momento em que os mercados formal e informal estão aquecidos, há um forte movimento no empreendedorismo e na economia solidária. É um período virtuoso para ser comemorado", afirma Gina Paladino, socióloga especialista em empreendedorismo feminino. "É possível dizer que as mulheres entram para empreender não porque o marido está desempregado em casa. É para complementar a renda."
Mas na hora de empreender, diz Gina, a mulher sofre mais com a burocracia do que o homem. Por serem as principais responsáveis pelas tarefas do lar e da família, as mulheres dispõem de muito menos tempo para perder em filas dos guichês e exigências que dificultam abertura de empresas.
A natureza subjetiva da mulher também é outro entrave, de acordo com Gina. "Mesmo nos países com abundância de crédito, o homem tem mais acesso aos investimentos porque trata dos assuntos de forma objetiva", explica. "A mulher, quando vai pedir crédito, costuma dar uma volta enorme, típica de sua natureza. Fala da família, dos filhos e dos motivos do seu empreendimento. Os atendentes precisavam estar treinados para entender isso."
O Relatório Corporate Gender Gap 2010, que avalia a diferença entre gêneros no mundo corporativo, destaca que o Brasil é um dos países com mais empresas com CEOs do sexo feminino (11%), enquanto no México, nenhuma mulher aparece neste patamar. Uma pesquisa encomendada pela divisão América Latina e Caribe da FedEx Express com mulheres em posições de liderança em empresas feitas nestes dois países aponta educação e experiência prática como principais fatores para o sucesso no empreendedorismo.
O fato de "terem crescido em um ambiente no qual a educação e o trabalho eram valorizados impactou positivamente suas carreiras", mostra a pesquisa.
"A ascensão da mulher no mercado é importante para o desenvolvimento do país. Índices mostram que o maior equilíbrio entre homens e mulheres no mercado de trabalho resultou em um aumento do produto interno bruto de 9% nos Estados Unidos, 13% na zona do Euro e 16% no Japão", explica Marilyn Blanco Reyes, vice-presidente Jurídica da divisão América Latina da FedEx.
"As mulheres trazem visões complementares e estilos diferentes de gestão. Sua influência traz um efeito multiplicador na educação, dentro e fora do mundo corporativo", explica.
O Global Entrepreneurship Monitor 2010 (Gem), divulgado pelo Sebrae, mostra que dos 21 milhões de empreendedores no Brasil, metade são mulheres. Em outros lugares, normalmente, existem diferenças de 20% entre os gêneros. O que surpreende é que esse alto índice só é possível porque houve incorporação das mulheres de classe D e E.
"Estamos num momento em que os mercados formal e informal estão aquecidos, há um forte movimento no empreendedorismo e na economia solidária. É um período virtuoso para ser comemorado", afirma Gina Paladino, socióloga especialista em empreendedorismo feminino. "É possível dizer que as mulheres entram para empreender não porque o marido está desempregado em casa. É para complementar a renda."
Mas na hora de empreender, diz Gina, a mulher sofre mais com a burocracia do que o homem. Por serem as principais responsáveis pelas tarefas do lar e da família, as mulheres dispõem de muito menos tempo para perder em filas dos guichês e exigências que dificultam abertura de empresas.
A natureza subjetiva da mulher também é outro entrave, de acordo com Gina. "Mesmo nos países com abundância de crédito, o homem tem mais acesso aos investimentos porque trata dos assuntos de forma objetiva", explica. "A mulher, quando vai pedir crédito, costuma dar uma volta enorme, típica de sua natureza. Fala da família, dos filhos e dos motivos do seu empreendimento. Os atendentes precisavam estar treinados para entender isso."
O Relatório Corporate Gender Gap 2010, que avalia a diferença entre gêneros no mundo corporativo, destaca que o Brasil é um dos países com mais empresas com CEOs do sexo feminino (11%), enquanto no México, nenhuma mulher aparece neste patamar. Uma pesquisa encomendada pela divisão América Latina e Caribe da FedEx Express com mulheres em posições de liderança em empresas feitas nestes dois países aponta educação e experiência prática como principais fatores para o sucesso no empreendedorismo.
O fato de "terem crescido em um ambiente no qual a educação e o trabalho eram valorizados impactou positivamente suas carreiras", mostra a pesquisa.
"A ascensão da mulher no mercado é importante para o desenvolvimento do país. Índices mostram que o maior equilíbrio entre homens e mulheres no mercado de trabalho resultou em um aumento do produto interno bruto de 9% nos Estados Unidos, 13% na zona do Euro e 16% no Japão", explica Marilyn Blanco Reyes, vice-presidente Jurídica da divisão América Latina da FedEx.
"As mulheres trazem visões complementares e estilos diferentes de gestão. Sua influência traz um efeito multiplicador na educação, dentro e fora do mundo corporativo", explica.
Marcadores:
empreendedorismo,
mulheres,
pesquisas
domingo, 17 de julho de 2011
Mães empreendedoras
Fonte: Bolsa de Mulher
Aliar trabalho e tempo para a família tem sido uma das maiores batalhas da mulher moderna. Em busca de mais qualidade de vida e também retorno financeiro, muitas mães têm criado negócios pensando no mercado infantil.
Atualmente, cerca de 65% das mulheres retorna ao mercado de trabalho imediatamente após a licença maternidade. Desse total, 15% se dedica a outras funções e à criação de novas fontes de renda, segundo a especialista em empreendedorismo Fádua Sleiman.
É o caso das criadoras do site de compras coletivas "Pequenos por Menos". Lançada este ano, a página oferece várias ofertas para os pais, de colônias de férias a roupinhas com desconto. A ideia foi das amigas Roberta Coelho, economista, e Patricia Franco, psicopedagoga.
"Estávamos conversando informalmente sobre os sites de compras coletivas, que enchiam nossa caixa de e-mail, mas não tinha ofertas para nossos filhos. Facilitou também o fato de nos completarmos, dividimos as tarefas de acordo com nossas experiências", explica Patrícia.
"Na busca por parceiros, estamos encontrando tantas coisas novas e legais! E como escolhemos tudo com rigor de mãe, curtimos cada oferta como se fosse para os nossos filhos. E é claro que compramos também!", completa Roberta.
O espírito empreendedor das duas, que têm filhos pequenos, ajudou também no ambiente familiar. "Acho que estou mais relaxada. Trabalho perto de casa e até consigo buscar as crianças na escola de vez em quando. Ter o próprio negócio é uma grande responsabilidade, mas certamente minha qualidade de vida melhorou", declarou Roberta.
Com a consquista da independência financeira, as mulheres começaram a pensar mais em como empreender. Fádua afirma que todas passam por dois momentos na vida profissional. No primeiro, conquistam a estabilidade e aproveitam para investir na carreira e em si mesma.
Após a chegada dos filhos, é natural que todas as atenções se voltem para os pequenos. "Todo o dinheiro e trabalho é para ele. Ela passa a maternidade pensando em como garantir renda para dar tudo de melhor para o filho. Quando a criança tem entre 9 meses e 1 ano e meio é que elas executam o novo négócio", explica Fádua.
As "empreendedoras maternas" têm um perfil: são jovens entre 28 e 33 anos, antenadas e interessadas em moda e novidades. "Os négocios criados por mulheres, em sua maioria, estão ligados ao setor de vestuário, cosméticos e artigos para higiene e serviços, além de sites, onde elas podem passar mais tempo em casa", exemplifica a consultora.
Aliar trabalho e tempo para a família tem sido uma das maiores batalhas da mulher moderna. Em busca de mais qualidade de vida e também retorno financeiro, muitas mães têm criado negócios pensando no mercado infantil.
Atualmente, cerca de 65% das mulheres retorna ao mercado de trabalho imediatamente após a licença maternidade. Desse total, 15% se dedica a outras funções e à criação de novas fontes de renda, segundo a especialista em empreendedorismo Fádua Sleiman.
É o caso das criadoras do site de compras coletivas "Pequenos por Menos". Lançada este ano, a página oferece várias ofertas para os pais, de colônias de férias a roupinhas com desconto. A ideia foi das amigas Roberta Coelho, economista, e Patricia Franco, psicopedagoga.
"Estávamos conversando informalmente sobre os sites de compras coletivas, que enchiam nossa caixa de e-mail, mas não tinha ofertas para nossos filhos. Facilitou também o fato de nos completarmos, dividimos as tarefas de acordo com nossas experiências", explica Patrícia.
"Na busca por parceiros, estamos encontrando tantas coisas novas e legais! E como escolhemos tudo com rigor de mãe, curtimos cada oferta como se fosse para os nossos filhos. E é claro que compramos também!", completa Roberta.
O espírito empreendedor das duas, que têm filhos pequenos, ajudou também no ambiente familiar. "Acho que estou mais relaxada. Trabalho perto de casa e até consigo buscar as crianças na escola de vez em quando. Ter o próprio negócio é uma grande responsabilidade, mas certamente minha qualidade de vida melhorou", declarou Roberta.
Com a consquista da independência financeira, as mulheres começaram a pensar mais em como empreender. Fádua afirma que todas passam por dois momentos na vida profissional. No primeiro, conquistam a estabilidade e aproveitam para investir na carreira e em si mesma.
Após a chegada dos filhos, é natural que todas as atenções se voltem para os pequenos. "Todo o dinheiro e trabalho é para ele. Ela passa a maternidade pensando em como garantir renda para dar tudo de melhor para o filho. Quando a criança tem entre 9 meses e 1 ano e meio é que elas executam o novo négócio", explica Fádua.
As "empreendedoras maternas" têm um perfil: são jovens entre 28 e 33 anos, antenadas e interessadas em moda e novidades. "Os négocios criados por mulheres, em sua maioria, estão ligados ao setor de vestuário, cosméticos e artigos para higiene e serviços, além de sites, onde elas podem passar mais tempo em casa", exemplifica a consultora.
Assinar:
Postagens (Atom)