terça-feira, 22 de novembro de 2011

SampaSling lança o EcoSling, produto inédito e exclusivo

Um dos modelos à venda

Confira abaixo a íntegra da nota, publicada originalmente no blog da Slingada.

A SampaSling é um empreendimento materno e conta com a nossa assessoria de comunicação.

* Lançamento oficial será dia 12 de dezembro, no Espaço Nascente, mas produto já está disponível para venda pela internet



A SampaSling – empresa que atua desde 2005 na produção e comercialização de carregadores de bebês – acaba de lançar no Brasil o primeiro sling de argolas ecológico produzido no país. O produto é feito de tecido 100% algodão orgânico. “Sempre nos preocupamos com o meio ambiente, mas agora, concretamente, temos um produto sustentável”, afirma Rosângela Alves, diretora da SampaSling, idealizadora do produto e consultora em uso de carregadores. Ela explica que os produtos da SampaSling sempre foram acondicionados e comercializados em embalagens do próprio pano do carregador, e isso já demonstra uma preocupação com o planeta. “Mas agora, demos um passo além, numa iniciativa pioneira”, completa.


O lançamento oficial será num bazar de produtos feitos por mães, que será realizado pela Sampa Sling e parceiros no Espaço Nascente, no dia 12 de dezembro. No entanto, o produto já está disponível para vendas pela internet no site da Sampa Sling (um modelo aqui e outro aqui). Para Rosângela o bazar é o momento ideal para lançar um produto ecologicamente correto, pois o encontro também tem uma proposta sustentável: “Reuniremos produtos maternos em promoção e também recolheremos doações para a Casa Ângela”, informa.


Pesquisa e inovação


Rosangela conta que o EcoSling vem atender a uma demanda já existente no mercado de gestantes, mães e bebês. “É um público antenado com a preservação da natureza. Mães e pais costumam se tornar pessoas mais preocupadas com o mundo que estão ajudando a construir para seus filhos”, conta Rosângela. O EcoSling dialoga com estas necessidades e representa um desejo e uma prática da SampaSling de se manter sempre em diálogo com seu público, oferecendo produtos inovadores e de qualidade.


Para dar conta desta demanda, a SampaSling investiu em pesquisa e inovação. “Depois de muita busca, encontramos aqui no Brasil um fornecedor de tecidos, cujo produto é de boa procedência e de confiança, pois para nós é isso que importa: segurança e conforto para mães, pais e seus bebês”, explica Rosângela.


O EcoSling é feito de tecido 100% algodão orgânico e não sofre nenhum processo de tingimento ou pigmentação. As estampas serão confeccionadas especialmente para o produto pela artista plástica Julia. E as argolas são de alumínio, importadas, sem emendas, fabricadas exclusivamente para o uso em carregadores.


Outros produtos da loja devem estar disponíveis em breve em tecido orgânico, sob o selo EcoSampa. O EcoSling e o selo EcoSampa serão oficialmente lançados na slingada de novembro, que será realizada no dia 5 no Espaço Nascente, em São Paulo.


SampaSling e Slingada


A Sampa Sling produz e comercializa, desde 2005, carregadores para bebês e outros produtos de tecido 100% algodão, como babadouros, aventais, carregadores infantis (para uso com bonecas) e porta-fraldas. É pioneira na fabricação de carregadores e possui como diferencial o cuidado em informar e ensinar os seus clientes sobre o uso dos slings.


Há sete anos, realiza as slingadas, eventos mensais de apoio ao uso de slings, que acontecem em todos os primeiros sábados do mês e são gratuitos. Nos encontros, os pais podem experimentar e adquirir os diversos tipos de carregadores, além de aprender várias posições de uso e tirar todas as dúvidas sobre a utilização dos slings.


Serviço
Lançamento do EcoSling e do selo EcoSampa
Dia 12 de dezembro de 2011 das 10h às 18h
Espaço Nascente (Rua Grajaú, 599) – São Paulo


Informações
Site da SampaSling: http://www.sampasling.com.br/
Rosângela Alves:11 83839075

Dona do próprio negócio: não planejar a abertura da empresa é um dos erros mais cometidos

Confiram estas dicas do site Bolsa de Mulher.

Reproduzo a íntegra da matéria abaixo.

Segundo uma pesquisa realizada pela GEM 2010 (Global Entrepeneurship Monitor), no Brasil 49,3% das empresas de até três anos de existência são comandadas por mulheres. Mas antes de pensar em ter o próprio negócio é preciso entender quais são os erros mais cometidos por estas empreendedoras, para não repeti-los.


Não criar um plano de negócio é um dos deslizes mais comuns cometidos por mulheres. Ana Lúcia Fontes, diretora da Rede Mulher Empreendedora, afirma que o plano é muito cansativo, porém simples de fazer. Ele nada mais é do que uma pesquisa de mercado. Há site que auxiliam na elaboração do plano, é o caso do Sebrae.


Há quem idealize muito o espaço físico e se esqueça da ideia. “Isto é, a mulher acaba sonhando muito em ser dona do negócio, deixando de lado o trabalho. Fica preocupada em escolher o ambiente, o escritório, a cadeira etc. e se esquece do modelo de negócio”, diz Ana Lúcia. Outro item da lista é a desconfiança. As jovens empreendedoras não dividem suas ideias com outras pessoas. “É sempre bom ouvir opinião de quem está de fora, divida seus anseios”, recomenda a diretora.


Contar com experiências anteriores é sempre bom, porém não basta. Ana Lúcia lembra que embora as atividades em multinacionais tenham ajudado bastante na hora de comandar a sua empresa, só isto não bastou. “É preciso se preparar, estudar bastante. Empreender é diferente de trabalhar em uma grande empresa”, comenta Ana. Outra dica dada pela diretora é eleger alguém para ser seu mentor. Esta pessoa não será alguém que te dará ordem, mas, sim, irá te orientar e aconselhar quando necessário.


Misturar finanças pessoais e empresariais é um erro que pode custar o sucesso do negócio e o mesmo vale para as contas. Ana Lúcia recomenda que evite dívidas junto aos bancos e que se mantenha uma reserva de sobrevivência. “Muitas mulheres acham que a empresa vai começar a dar lucro já a partir do terceiro mês, as coisas não são assim”, afirma a diretora.


Quem deseja um sócio deve escolhê-lo por competências, não por amizade. “É preciso que se deem bem, mas só isso não basta”, alerta Ana Lúcia. Escolher funcionários de forma errada pode ser outro empecilho para sua empresa chegar ao sucesso. “O mercado está muito competitivo, isto faz com que seja difícil manter o funcionário. Como resultado elas acabam contratando parentes e amigos, prejudicando a empresa”, afirma Ana.


O trabalho em equipe é sempre mais vantajoso, se comparado ao individual. Cuidado para não criar vínculos muito próximos, isso pode dificultar decisões profissionais.

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